sábado, 12 de abril de 2008

Leitores comentam Tecidos em Família



Para este final de semana, reservei a melhor de todas as histórias: os e-mails recebidos comentando Tecidos em Família. É verdade que algumas mensagens vieram por cartas, mas se até a Loló está conectada, ainda há esperanças de que, um dia, todos estarão na rede! Algumas pessoas também telefonaram, entre elas Marilda (irmã de Mauro Portella), sempre com palavras gentis. Assim, compartilho com vocês essa energia muito boa de quem leu e reconheceu, no livro, um pouco de sua história.
Adorei o livro e me fez chorar e rir muito... minha admiração... (Ângelo Rabelo, em 10/04)

Já li o livro e digo que simplesmente adorei as histórias, muitas delas inéditas! Achei lindas as fotos trabalhadas e não posso deixar de confessar algo... até eu, que detesto cozinhar, tive vontade de aventurar-me naquelas receitas tradicionais da família! E tudo ao som das canções divertidas levadas no violão... Ri, emocionei, tive saudades, imaginei uma época que não vivi, conheci intimamente pessoas que já estão no céu.. O livro é aconchegante e interessante ao mesmo tempo. Espero ansiosa pelos próximos! (Fernanda Vieira, em 09/04)

Foi tudo perfeito: o lançamento, o livro, os risos, os choros, a festa... Valeu a pena! Os comentários do livro são os melhores, tanto dos amigos como dos primos. Sucesso total! (Karla Lacerda, por carta, em 08/04)

Continuo lendo o livro e rindo bastante com ele. Como já lhe disse, você foi muito feliz na redação. Achei muito engraçada a história do casamento do Edson... quando eu pensava que a família iria se movimentar toda rumo à Miami, o casamento era em Santos!!! Como pode? e por aí vai... a família é mesmo muito divertida. Outra coisa bacana é a relação dos primos. Também estou com um pouco de inveja!!! (Vânia Queiroz, em 03/04)

Ontem Flávia me ligou contando que havia recebido o livro, e disse: “mãe estou rindo e chorando lendo o livro”. As amigas dela estão admiradas por uma família com tanta coisa boa e ter feito um livro. (Elizabeth Vieira, em 24/03)

Devo confessar que somente ontem finalizei a leitura. Ficou muito bom. Agora, quando quero rir, vou até o livro para ver a placa da tenda dos palpiteiros e a Tia segurando aquela placa, quando da inauguração do rego d'água. Ficou o máximo, isto tudo sem considerar a essência do livro, é lógico. (Hermes Rezende, em 23/03)

Quero lhe cumprimentar pelo livro, chegou hoje em minhas mãos. Não li tudo ainda, mas eu não podia deixar de dar os parabéns. Você alcançou seu objetivo retratando um pouquinho de cada um, eu os conheço bem, a todos, pelos anos em que escuto falar na turma e pelas fotos que vejo também. Confesso a você que me emocionei ao ver as receitas da D. Tuca. Meus filhos cresceram comendo os biscoitos, os tarecos e os doces de leite que ela fazia e mandava, pela minha irmã, para eles todo final de ano. Eles adoravam. (Ana Pupo, irmã de Cássia do Edson, 21/03)

Já li o livro duas vezes e cada vez descubro algo novo. Já emprestei para amigas minhas, elas adoraram! Algumas disseram estar com inveja pelo fato de nossa família ter tantos casos registrados, que não se perderam ao longo do tempo. Valeu mesmo!!! E como foi bom e bonito o lançamento. Acredito que todos gostaram... (Elizabeth Vieira, em 19/03)

Adorei o livro, gostei muito mesmo. Acho que toda família deveria ter alguém para contar as histórias de suas raízes. Isso foi muito importante não só para os filhos da Esther mas também para nós que não a conhecemos saber um pouquinho de como era essa incrível mulher. Tenho uma idéia para o próximo livro: poderia escrever sobre as aventuras que vocês, primos e netos da Esther, passaram juntos. Adoraria saber um pouco mais da juventude de vocês. A união da nossa família é de dar inveja a qualquer um, tenho muita saudade de quando fazíamos o natal com quase todo mundo junto. Você que é mais animada e consegue animar as pessoas devia tentar fazer novamente um natal com toda família aqui em Pitangui. Pense nisso e vamos tentar ficarmos mais unidos. (Marcela Lacerda, filha da Kátia, em 16/03)

Queria muito estar lá com vocês, afinal de contas lançar um livro não é para qualquer um. Ainda mais sendo um livro da nossa família. No domingo mesmo fiquei sabendo como foi suuuuper legal, bonito, divertido, espetacular... Como estavam todos felizes. Até lencinho foi distribuído, porque na mesma hora que riam também choravam. Fico aqui imaginado a cara de todos, de surpresa, felicidade, expectativa, saudade. Deve ter sido muito bom. Cada um pegando o microfone para falar, cada comentário feito, cada piada contada...ah prima deve ter sido bom demais! (Edelweis Assunção, em 12/03)

Ao contrário do que imaginava, estou adorando o livro, alias, estou me embebedando com suas palavras... quanta coisa eu havia esquecido, não sabia, e quantas foram importantes para mim... A Luísa esta lendo junto comigo, ela também está adorando... E descobri que só a nossa família tem um livro assim (digo só comparando com as normais) que sucesso! Como não havia lido quase nada, até o prefácio achei lindo! O agradecimento, a homenagem... São tantas emoções. Obrigada pelo trabalho e por ter acreditado na possibilidade disto acontecer. (Márcia Portella, em 11/03)

Tenho em minhas memórias somente alegrias vividas no meio dos Saldanhas. O tempo, as distâncias, o caminho que cada um escolhe percorrer, afastam as pessoas uma das outras. Entretanto a memória as aproxima novamente. Seu livro fará isso por mim, aproximar-me de que eu gosto. (Hudson Assunção, por carta, em 08/03)


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