sábado, 12 de julho de 2008

Novela Pantanal muda planos de viagem

O Brasil inteiro passou a dormir mais tarde, garantindo o incrível sucesso da reprise da novela Pantanal. Enquanto a Globo briga com a SBT para barrar a exibição da obra (o autor da novela hoje trabalha na Poderosa) lindas paisagens e fantásticos animais, volta a povoar o imaginário popular. No dos homens, há também lindas mulheres nuas se banhando nos rios - entre elas Juma Marruá.

A família Saldanha, tradicional noveleira, também se viu afetada por esse fenômeno. O impacto light é que os tocadores de viola voltaram a fazer sucesso tocando “Chalana”. Mas há também efeitos menos animadores. A excursão infanto-juvenil que sairia para aqueles lados em julho foi rapidamente adiada. “Só um ano após a conclusão da novela” – declarou Adriana, esposa do Marcos e mãe de dois adolescentes vistosos que já haviam anunciado no tradicional Colégio Santo Antônio, onde estudam, seu interesse de pesquisar a Biologia... humana feminina pantaneira.

Mas o impacto maior tem sido nos marmanjos, cuja excursão ao Pantanal está prevista para fins de setembro. A comissão de infra-estrutura já solicitou a mudança do roteiro, pedindo que o barco passe pelos lados da fazenda do Zé Leôncio. Os solteiros (só eles, juro) pediram para incluir camisinhas nas compras de mantimentos.

Nada adiantou o comandante Ângelo explicar que aquelas cenas foram gravadas há cerca de 10 anos e que novela é pura fantasia. O público que vai à pescaria tem imaginação fértil e adora tudo que lembra o passado, quando eram intrépidos rapazes sarados e muito requisitados. Alguns até sabem andar a cavalo! Outros podem mesmo contar glórias de pescarias ou caçadas!Enfim, entre sonho e realidade, novela e pescaria, sensações, temores, suores, expectativas crescem com a proximidade da data. Enquanto isso, a audiência da Pantanal aumenta a cada dia...
Entre no clima e veja, agora mesmo, no You Tube
http://www.youtube.com/watch?v=k5e-xDQnhAU
Últimas notícias
Uma comissão formada por caminhoneiros da Região de Nova Serrana fez uma visita oficial, no último mês, ao solar do Nenê Saldanha, em Pitangui. O motivo era solicitar aos filhos do mesmo que evitassem suas saídas de carro nas redondezas. Segundo a comissão, todos os motoristas e animais, que trafegam nas rodovias da região correm grande perigo com o Nenê Saldanha ao volante. As informações ainda não confirmadas são de que ele resiste à idéia de parar de dirigir.

Enquanto isso, no circuito Vila Velha-Campo Grande-Belo Horizonte-Caldas Novas, José Rabelo, também conhecido como Boneco, segue fazendo estragos e causando sustos de toda ordem. Pela dimensão da área e do ego do motorista, o próprio governo federal precisará intervir, já que os filhos não conseguiram persuadi-lo a parar. “Ainda não estou velho e quando sentir que estou dirigindo mal eu mesmo entregarei as chaves do carro”, ele declarou irritado. Diante de tão descabida informação, resolveu-se, enquanto o Ministério da Justiça não se pronuncia, deixar tudo nas mãos do Pe. Libério. Afinal, é ele quem até agora está segurando a barra... da direção.

domingo, 6 de julho de 2008

Para aumentar a comunicação...

A ótima novidade é que Fernanda, da Beth, está nos ajudando a buscar formas mais atualizadas e interativas para nossa comunicação. Nos próximos dias, quem ainda não aderiu ao grupo Tecidos em Família, vai receber o convite. Dessa forma, ao mandar uma mensagem, todos recebem. Para os que ainda não aderiram ao computador, estamos providenciando o treinamento de alguns pombos correio – já que até o correio anda em greve.
A despeito dos esforços, o mistério do silicone não foi desfeito... Mas despertou curiosidades. Na semana passada tivemos um dos maiores índices de participação de nossa curta história. Tudo por causa da curiosidade mórbida de alguns...
Mas, enquanto isso, compartilho com vocês a festa junina de ontem à noite, que eu mesmo ajudei a organizar, no prédio onde eu moro. Tinha sanfoneiro de verdade, bingo, pescaria e muita comida – tudo na base do mutirão! Estava ótima!
E já no fim da festa, enquanto em dançava um forrozinho daqueles muito bons (bem abraçadinha com o Euler, é claro), lembrei-me de onde vem essa inspiração para organizar festas, animar os amigos e apreciar a boa música. O sanfoneiro tocava: “De que me adianta, viver na cidade, se a felicidade não me acompanhar...”.
E eu agradeci a Deus por ter recebido tanto. E por ter a oportunidade de animar outras festas e viver essa felicidade de estar juntos com os amigos.