Às vezes é uma dor de indignação, quase revolta com a partida antes da hora.
Outras vezes é uma dor mansa, que vem acompanhada de um sorriso de lembranças.
Lembranças e certezas de que o tempo esgotou-se, mas foi plenamente vivido.
Assim sentimos a morte do Quim Ferreira. Com tristeza, mas também com ternura e admiração. Viveu bem! Animou e inspirou todos que conviveram com ele.
Celebrou a vida e dignificou a morte!
As imagens abaixo alegram nossos olhos. O mais importante, porém, não está à vista, mas em nosso coração.




