sábado, 16 de julho de 2011

Adeus ao viajante Quim


Chega uma hora que é preciso dizer adeus aos que amamos. Sempre doi. 
Às vezes é uma dor de indignação, quase revolta com a partida antes da hora. 
Outras vezes é uma dor mansa, que vem acompanhada de um sorriso de lembranças. 

Lembranças e certezas de  que o tempo esgotou-se, mas foi plenamente vivido.

Assim sentimos a morte do Quim Ferreira. Com tristeza, mas também com ternura e admiração. Viveu bem! Animou e inspirou todos que conviveram com ele.
Celebrou a vida e dignificou a morte!
As imagens abaixo alegram nossos olhos. O mais importante, porém, não está à vista, mas em nosso coração.