Às vezes é uma dor de indignação, quase revolta com a partida antes da hora.
Outras vezes é uma dor mansa, que vem acompanhada de um sorriso de lembranças.
Lembranças e certezas de que o tempo esgotou-se, mas foi plenamente vivido.
Assim sentimos a morte do Quim Ferreira. Com tristeza, mas também com ternura e admiração. Viveu bem! Animou e inspirou todos que conviveram com ele.
Celebrou a vida e dignificou a morte!
As imagens abaixo alegram nossos olhos. O mais importante, porém, não está à vista, mas em nosso coração.





Um comentário:
Lembrar de meu pai é uma mistura de dor e alegria.
Dor pela falta de sua presença, de seu sorriso maroto, de sua conversa recheada de lembranças e observações poeticas sobre o mundo que tão belamente ele apreciou.
Alegria pela lembrança feliz da longa vida "bem vivida" por ele. Só fica uma GRANDE SAUDADE! Obrigada Desiree pelas belas e amorosas palavras e imagens. Elizeth
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