
A Organização Mundial de Comércio em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de realizar uma grande pesquisa nacional. No levantamento os Saldanha (incluindo agregados) despontou como a família com maiores investimentos em comércio no Brasil.
Evidentemente, a pesquisa não levou em conta o faturamento dessas iniciativas. Ou seja, nos ganhamos apenas no quesito variedade e, é claro, no de empreendedorismo. Rica a família não ficou. Mas, ainda assim, os técnicos do IBGE ficaram admirados com tanta iniciativa. Vejamos:
A família da Maria José foi campeã com sua rede de lojas na cidade de Pitangui. A do Zé Lacerda inclui seções de papelaria, armarinho, presentes, entre outros. Em anexo, está a banca do Kleber, sempre com as publicações mais importantes do país. Logo abaixo, a loja da Karla que veste o público infanto-juvenil da cidade e da própria família. Não podemos esquecer que antes havia o açougue de Elder e Kênia (que por sinal já teve uma butique). A pesquisa também identificou a entrada da família para o ramo de insumos agrícolas, com a loja do Kássio. Mas, se contarmos os supermercados e fazendas dos genros do Lacerda, a família é forte candidata ao prêmio mundial com a super Rede K. Favor não confundir com Redecar.
Com muito menos pessoas, a família da Maria da Conceição também teve destaque no ramo do comércio. Em primeiro lugar, é claro, está a venda de serviços odontológicos do Zé Assunção – uma tradição no eixo Pitangui-BH-Martinho Campos. Tradição que foi seguida pelo filho Hudson (cuja esposa Perpétua é proprietária de um importante salão de beleza na cidade). A Nádia e a Edelwais, com tantas habilidade artísticas, circulam no universo fashion com produtos diversificados. Já venderam roupas, bijuterias e, mais recentemente, fazem belíssimas bolsas femininas.
Na casa da Tuca o comércio de bens e serviços também é forte. Começou com a sapataria do Quim que, mais tarde, resolveu fabricar chumbinhos para pescaria. Beth e Tonho, como sabem, têm uma ampla loja de produtos automotivos, em Divinópolis. Nos últimos anos, Eloisa resolveu assumir de vez sua vocação para o ramo da decoração e montou uma fábrica de produtos em patchwork. Já os irmãos Edson e Edilson são conhecidos consultores financeiros e ampliaram as atividades familiares para outros países.
Na casa do Rabelo, nenhum dos filhos vende nada. Em compensação o pai vende qualquer coisa. Como filha, já testemunhei seus negócios variados, por exemplo, com radinhos de pilha do Paraguai, rapadura da roça, sapatos de Nova Serrana, serviço de transporte numa Kombi velha etc. Em Mato Grosso do Sul, junto com o irmão Toni, tocou uma imobiliária. E agora, com quase 75 anos, continua gostando de fazer negócios, e tem investido na área de carros usados.
Na próxima semana segue a lista. Conto com a colaboração de vocês para corrigir e completar as informações sobre outros irmãos. Lembremos sempre que se trata de uma brincadeira, um jeito de estar juntos, de nos conhecermos melhor.
Nenhum comentário:
Postar um comentário