
Na escola, Maria José foi muito bem acolhida e, na sala, evidentemente, era a mais animada (para o desespero da Karla).
Já o desempenho escolar não era tão animador assim. Por isso precisou da ajuda dos parentes e amigos. A Rosilda, por exemplo, era a professora particular de matemática. Nas matérias que não conseguia aprender, Maria José dava um jeitinho.
E é aqui que eu entro nesta história: tornei-me a escrevedora oficial de redação da minha própria tia! Em inglês, a sua ghostwriter! (é assim mesmo, Edson?).E a cada vez que eu ia a Pitangui, era obrigada a deixar vários textos prontos, para atender a qualquer tema que fosse proposto pela professora.
E escrevia redações intituladas “O que eu gosto em minha cidade”, “Minha família”, “As férias”, entre outras, sempre fazendo-me passar pela Maria José. A professora de Português, é claro, ficou muito animada com sua aluna temporã. Tinha capacidade de expressão e o domínio da gramática! Nota 10!
Foi assim que Maria José, com muita garra e algum jeitinho, conclui o ginásio. Tão empolgada ficou com o sucesso que se matriculou no Curso de Magistério!
“Mas aí já demais! Será que depois vai querer trabalhar fora também?”, gritaram todos.
Com tanta pressão e palpites, além da cozinha que nunca mais ficara arrumada, ela acabou desistindo dos estudos antes de terminar o primeiro semestre.
Disse que fez as contas e descobriu que se formaria justo na idade de aposentar. Por isso, desde então resolveu aprimorar-se na arte de fazer biscoitos, roscas e doces.
De todas as formas, Maria José escreveu seu nome como a melhor, digo, a mais animada aluna na história da família e da escola de Pitangui!
(Hoje, dia das mães, essa história tem um sabor especial. Nosso abraço às filhas da Esther, que se tornaram mães maravilhosas, amando e cuidando não apenas de seus filhos, mas também dos sobrinhos. E esse jeito especial de ser mãe vai passando adiante, para as netas e bisnetas de Esther. Parabéns!
Foi assim que Maria José, com muita garra e algum jeitinho, conclui o ginásio. Tão empolgada ficou com o sucesso que se matriculou no Curso de Magistério!
“Mas aí já demais! Será que depois vai querer trabalhar fora também?”, gritaram todos.
Com tanta pressão e palpites, além da cozinha que nunca mais ficara arrumada, ela acabou desistindo dos estudos antes de terminar o primeiro semestre.
Disse que fez as contas e descobriu que se formaria justo na idade de aposentar. Por isso, desde então resolveu aprimorar-se na arte de fazer biscoitos, roscas e doces.
De todas as formas, Maria José escreveu seu nome como a melhor, digo, a mais animada aluna na história da família e da escola de Pitangui!
(Hoje, dia das mães, essa história tem um sabor especial. Nosso abraço às filhas da Esther, que se tornaram mães maravilhosas, amando e cuidando não apenas de seus filhos, mas também dos sobrinhos. E esse jeito especial de ser mãe vai passando adiante, para as netas e bisnetas de Esther. Parabéns!
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